Domingo chegou, com uma notícia interessante. Desenvolvedores criaram um projeto no kickstarter para arrecadar fundos para criar um jogo de motos. Eis o trailler:

Road Redemption trailler para o kickstarter

Sim, o que você está vendo basicamente é um renascimento do Road Rash, clássico dos vídeo games na década de 90. Eu particularmente joguei muito road rash no Megadrive  e no 3DO.

Se você gostava desse jogo e está com vontade de ver a ideia dos desenvolvedores virar realidade, você pode acessar a página do projeto Road Redemption no kickstarter e contribuir, com valores começando em 1 dólar. Atualmente o projeto já tem 1.044 apoiadores, que arrecadaram 31.469 dólares. O esperado é conseguir 160 mil dólares em 27 dias para começar a desenvolver o jogo. Quem contribuir com 15 dólares vai receber uma cópia completa do jogo, sem DRM.

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Depois de um ano do seu lançamento vamos encarar a realidade. O Google Chrome não conseguiu emplacar como a verdadeira força alternativa na guerra dos Browsers. Não fique assustado com meu comentário, o navegador do Google pode ainda mudar a situação, mas o que vemos após um ano de lançamento é que ele se consolidou como a terceira força na guerra entre navegadores para internet. O gráfico exibido abaixo mostra os navegadores de todos os visitantes deste blog no ano de 2009:

followup_googlechrome

Vou enfatizar uma coisa pode não ter ficado clara no parágrafo anterior. Eu entendo perfeitamente que a pouco tempo atrás ninguém sabia o que era Mozilla, muito menos Firefox. Hoje ele é o segundo colocado na briga, mas ainda acho que apesar de não ter emplacado ainda o Chrome tem chances de pegar esse lugar, ou quem sabe até tomar o espaço do Internet Explorer.

Pros adolescentes, um pouco de história da Internet:

Nos idos de 1995, existiam um navegador que mandava no ainda recente mercado de internet. Seu nome era Netscape, e no tempo em que eu o conheci ele ainda possuía uma versão paga. O Internet Explorer 3.0 era um lixo, acreditem, pior do que a versão 5 e 6, e era praticamente impossível utilizá-lo. Então o Netscape chutava o Internet Explorer de uma forma aniquiladora. E foi aí que a Microsoft adotou uma estratégia que salvou a carreira de seu navegador xexelento: O Internet Explorer passou a vir instalado como padrão no Windows 95. Pra quem não viveu a época de ouro da Internet discada, você podia usar o, já instalado, Internet Explorer para navegar ou baixar o Netscape e seus gloriosos 14 MB. Isso aconteceu numa época em que a velocidade dos modems ia de 9.600 a 14.400 kbps. Eu me lembro claramente de perder algumas noites tentando baixar o navegador que eu gostava de usar, mas naquela época não existia nem mesmo a tecnologia para pausar um download e depois continuar.

Agora que acabou a história vamos esperar para ver o que vai acontecer daqui a pouco.

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Lembro como se fosse ontem. Tinha um grupo de pelo menos dez blogueiros de peso, que unidos formaram a Revista Feed-se, o primeiro agregador de feeds off-line. A idéia parecia ser a de uma revista eletrônica com os melhores posts do mês, e depois até poderia partir para a edição impressa. Mas não foi isso que aconteceu.

Semana passada escrevi sobre a cartilha Bê-a-Blog, e lendo sobre blogs iniciantes, acabei lembrando da revista. Tentei acessar o site da Revista Feed-se, mas esse não me retornou nenhum resultado. Tentei ainda nosso amigo google, mas esse retornou os mesmos posts repetidos que anunciavam o lançamento da primeira edição. Não apareceu ninguém até agora para dizer o que aconteceu com a Revista, ou porque ela está sem atualizações.

Será que esse negócio de convergir mídias, do blog que vira livro e do blogueiro colunista não funciona? O pessoal quer mesmo as novidades, acessar o blog do fulano, conferir o Twitter do camaradinha e nada mais. Ninguém gosta mais de revista?

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Outro dia um assunto se tornou interessante na minha família. Perguntaram para mim sobre blogs, como criá-los e do que essas coisas se alimentavam. Consegui sair com uma explicação simples na maioria dos questionamentos mas a todo instante uma coisa ficava me martelando a cabeça. Precisava indicar um local para os futuros blogueiros começarem. Aí lembrei da Bê-a-blog, a cartilha criada pela Nospheratt, blogueira de primeira linha. Estou relendo a cartilha, pra ver se perdi algo nesses sete anos de blogs, então fica o endereço da apostila pra quem tiver interesse de fazer o download de graça em PDF:

Bê-a-blog

Depois de ler a cartilha e se por acaso criares um blog, por favor, deixe um comentário neste post para que eu possa conhecê-lo.

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A Oi chegou de vez aqui no nosso estado, depois de adquirir a agora semi-extinta Brasil Telecom. Aconteceram coisas divinas aqui, uma delas foi a transferência do meu telefone que foi perfeita. Agora a Oi também tem diversos truques embaixo da manga, e hoje eu vou te ensinar a se livrar de um deles.

No começo nem notei mas essa coisa me deixou irritado depois de algumas semanas. O DNS da Oi redireciona seu erro para uma página personalizada, cheia de propaganda (veja na imagem abaixo). Como acho que eu JÁ PAGUEI PELO ACESSO, não acho justo dar dinheiro para a Oi clicando inadvertidamente numa propaganda qualquer.

sugadores

Então nada como poder se livrar disso. Se você clicar naquele botão abaixo da página, a Oi vai redirecionar todas as ligações de cobrança para seu telefone (brincadeira). Mas quem me garante que funciona. Então vamos para o método 100% confiável de se livrar desse problema. Pra começar acesse a página de propriedades da placa de rede que você usa para se conectar. Não sabe chegar lá? Eñtão é Botão direito em Meus Locais de Rede depois Propriedades depois escolha a placa e clique outra vez com o botão direito e escolha novamente propriedades. Então marque o Protocolo TCP/IP e clique no botão propriedades (dessa vez com o botão esquerdo do mouse). Você vai chegar numa página mais ou menos assim:

Propriedades_placa_de_rede

Escolha a opção “Usar os seguintes endereços de servidor DNS:” e digite cuidadosamente esses dois endereços:

208.67.222.222
208.67.220.220

Esses endereços são do OpenDNS que também redireciona suas páginas de erro, mas apenas para suportar o projeto. Outra coisa interessante no OpenDNS é que você pode alterar todas as suas preferências, criar domínios internos e de teste na sua rede.

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