Olá amiguinhos, quanto tempo!

O Post de hoje é curto e grosso. Quando você está lá implementando seu app Silex e, é claro você começa com o $app[‘debug’] setado como true. Acontece (e você é obrigado a saber disso) que o debug ativo revela muita informação que pode comprometer sua aplicação como o endereço, usuário e senha do seu banco de dados por exemplo. E vamos combinar uma coisa, é um saco comentar essa linha e mandar para produção. Como eu sei que você também usa Silex em aplicações web muito importantes não dá pra deixar essa passar né? Então o que eu uso aqui é uma verificação no remote_address, se o remote address for 127.0.0.1 pode setar o debug como true:

if (in_array(@$_SERVER['REMOTE_ADDR'], array('127.0.0.1', '::1'))) {
$app['debug'] = true;
}

 

 

 

 

Não que ninguém nunca tenha dito isso antes, mas eu gostei da maneira como foi exposto no trecho do livro que reproduzo abaixo:

The problem is that PHP is just too easy. It tempts you to try out your ideas, and flatters you with good results. You write much of your code straight into your web pages, because PHP is designed to support that. You add utility functions (such as database access code) to files that can be included from page to page, and before you know it you have a working web application.
You are well on the road to ruin. You don’t realize this, of course, because your site looks fantastic. It performs well, your clients are happy, and your users are spending money.

Livro Objetos PHP, Padrão e Prática.

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Hoje no e-mail que recebo do PHP Classes, notei que o assunto do email me chamou mais atenção do que o normal. Geralmente minha leitura deste e-mail em específico é uma rápida passada de olhos nos nomes das classes publicadas. Dificilmente alguma coisa me interessa se eu não estiver realmente procurando por uma classe. Informações irrelevantes sobre como eu leio meus e-mails a parte, o assunto deste realmente me fixou, pois o assunto era ‘Debate sobre trabalho remoto para desenvolvedores Web’. Eu sou desenvolvedor Web, e tenho trabalhado remotamente desde o começo, nunca tive um vínculo formal com nenhuma das empresas que prestei serviço.

É interessante ter essa liberdade de poder trabalhar em casa, mas essa liberdade trás responsabilidades bem maiores que as habituais dos funcionários presenciais das empresas. Como na maioria das vezes seu empregador/cliente quer o serviço pronto, você acaba tendo a impressão que trabalha 24 horas por dia em função deles. O contrário disso também pode acontecer, quando você está entre projetos e o seu chefe acha que você não está fazendo nada, mas também não oferece uma reciclagem ou algum treinamento que pode melhorar seu rendimento para o próximo trabalho.

O título deste post é pra me lembrar e também postar aqui que o PHP Classes, além de fornecer aquele monte de classes pra você usar, ainda conta com um podcast chamado Lately in PHPa edição atual sobre trabalho remoto você pode baixar para ouvir clicando aqui. Também é bom passar pela seção de empregos do site, quem sabe você não acha uma colocação melhor no mercado de trabalho?

Este artigo não é um post patrocinado, estou apenas aproveitando para devolver um pouco do que esse site já me proporcionou.

Saiu hoje no blog do Chromium (desenvolvedores do Google Chrome) informações sobre o Dart, uma linguagem de programação estruturada voltada para web. As metas da linguagem são:

  • Ser flexível e estruturada para a web;
  • Ser familiar e natural para programadores, mas ainda assim ser fácil de desenvolver;
  • Garantir que a linguagem terá alta performance.

Dito isto, e lendo o post de lançamento nos resta agora visitar o Dartboard, um lugar onde você pode testar seu código na linguagem em busca de erros.

Eu não sei se tem espaço para mais uma linguagem de programação na minha cabeça, mas vai que o Dart (Vader) consegue dominar o mundo?

Adorei este texto, do Manuel Lemos, para o PHPClasses e decidi colocar um pedaço dele aqui. Tradução livre:

O PHP é uma linguagem incompreendida pelas pessoas que tem a tendência de amá-la ou odiá-la.

De um lado, desenvolvedores que o odeiam porque não entendem direito como ele funciona. Eles não respeitam o PHP e preferem usar outras linguagens. Então eles perdem muitas oportunidades de fazer um bom dinheiro no mercado, pois temos bons empregos para desenvolvedores qualificados.

Do outro lado usuários que amam muito o PHP mas não aproveitam todas as características que esta linguagem pode proporcionar.

Abaixo segue as 10 idéias erradas mais difundidas sobre PHP:

  1. PHP não é uma linguagem compilada, é interpretada;
  2. PHP não faz X (x= acesso direto a memória, controlar dispositivos de hardware ou qualquer uso esquisito)
  3. PHP não faz X que eu faço com outra linguagem;
  4. PHP é só para desenvolvimento WEB;
  5. PHP é controlado por uma única empresa (ZEND);
  6. A documentação do PHP é ruim ou insuficiente;
  7. Projetos em PHP não podem ser reaproveitados porque ele não é orientado a objetos;
  8. PHP é pior que Ruby on Rails, Django, qualquer outra framework com outra linguagem;
  9. PHP não é bom para aplicativos ou websites escaláveis de alta demanda;
  10. Desenvolvedores de PHP são mais baratos porque não são qualificados.

Siga lendo o artigo, onde o Manuel derruba todos esses pré conceitos sobre esta linguagem de programação.