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Opinião & blog Rafael on 20 Aug 2009

O que aconteceu com a Revista Feed-se

Lembro como se fosse ontem. Tinha um grupo de pelo menos dez blogueiros de peso, que unidos formaram a Revista Feed-se, o primeiro agregador de feeds off-line. A idéia parecia ser a de uma revista eletrônica com os melhores posts do mês, e depois até poderia partir para a edição impressa. Mas não foi isso que aconteceu.

Semana passada escrevi sobre a cartilha Bê-a-Blog, e lendo sobre blogs iniciantes, acabei lembrando da revista. Tentei acessar o site da Revista Feed-se, mas esse não me retornou nenhum resultado. Tentei ainda nosso amigo google, mas esse retornou os mesmos posts repetidos que anunciavam o lançamento da primeira edição. Não apareceu ninguém até agora para dizer o que aconteceu com a Revista, ou porque ela está sem atualizações.

Será que esse negócio de convergir mídias, do blog que vira livro e do blogueiro colunista não funciona? O pessoal quer mesmo as novidades, acessar o blog do fulano, conferir o Twitter do camaradinha e nada mais. Ninguém gosta mais de revista?

Opinião Rafael on 14 Jul 2009

Seria o Twitter o novo Orkut?

Atualização: O noronha do Fim da Várzea escreveu um bom manual para identificar os recém-chegados: 10 Maneiras de reconhecer um fugitivo do Orkut no Twitter. Vale muito a leitura

O serviço de microblogging twitter vem ganhando grande notoriedade como nova ferramenta social. E essa atenção toda não está vindo só na internet. Já vi capa de revistas semanais tratando do novo fenômeno das redes sociais, e o Twitter está sempre incluso.

Isso me fez lembrar da primeira vez que se falou da “orkutização” do twitter.

Não sabe o que é orkutização?

Tente se lembrar de como era o Orkut antes dos brasileiros tomarem conta:

Uma rede social para você encontrar amigos que a muito tempo você não via, ex-colegas de escola (como no facebook) ex-colegas de trabalho, manter contato com sua família. Além disso era possível reunir-se em comunidades de interesse comum, como por exemplo uma comunidade só para os membros de sua família, ou para formandos de 83. A maioria dessas comunidades eram em inglês.

E quando os usuários brasileiros viraram maioria no Orkut, no que ele se transformou?

Um site para ver quantos amigos você consegue adicionar. Quem tem mais de 10 mil amigos? Comunidades absurdamente inúteis como “Odeio acordar cedo” ou “Odeio meu chefe”. Jogos, como beija a pessoa acima ou coisa parecida. Fora os vários casos de comunidades em inglês que foram invadidas por pessoas que se recusavam a usar a língua inglesa e que acabaram expulsando os próprios donos das mesmas. Tudo isso acabou quando o Google passou o controle do orkut para o Brasil e para a Índia. O sofrimento ainda existe só que o Google não liga.

Essa é orkutização, quando uma horda de brasileiros invade um serviço, desrespeitando regras básicas de convivência na internet fazendo com que essa ferramenta só seja interessante para brasileiros. Então a primeira prova da orkutização do twitter está nesse post do cardoso, tirem suas próprias conclusões.

Outra coisa que já chegou no orkut são os jogos. FollowFriday é a coisa mais imbecil que eu já vi. Se quero indicar alguém que sigo, o indico a hora que eu quiser, não porque sexta-feira é dia de indicar cinco pessoas que você segue.

Procurando algumas provas para a teoria da orkutização, encontrei esse texto bacana do Marcel do blog Byte que eu Gosto, onde ele explica melhor que eu o que é a orkutização, apesar do Marcel não acreditar na orkutização do twitter aí vai mais uma prova: o tal do twpirata.

O Twpirata é a prova de que brasileiro (na média) é o cara que sempre se destaca negativamente. É sério. Esse troço começou na final da copa das confederações dia 28 de junho quando o Ashton Kutcher começou a brincar durante a vitória (parcial) dos Estados Unidos, dizendo que futebol agora era Soccer. Com a virada sensacional da nossa seleção não foram poucos os brasileiros que responderam a brincadeira à altura. “Chupa Kutcher” era o que a maioria dizia. Depois que Kutcher-Kelso descobriu o que era chupa, ele twitou a palavra, e como é a pessoa que tem mais seguidores, essa palavra ecoou até chegar nos Trending Topics.

Isso ativou o espírito do Marcos Mion e do Junior da Sandy (que vai ter esse apelido forever) e de mais alguém que não tem a menor relevância. Então o Twpirata surgiu para colocar palavras no Trending Topics.

Pra quê?

É o que você deve estar perguntando agora, assim como eu estou. Além de não conseguirem muita coisa – domingo se orgulharam de ser trending topic no brasil com o vairubinho – estão estragando a função do trending topics, que é saber o que está em discussão no momento.

O próximo alvo é a tag #forasarney, que será ecoada repetidamente dia 15 das 15 as 16 horas. É a segunda tentativa já que Ashton Kutcher cagou e andou pra ação ridicula deles.

Então depois de me ver reclamar bastante (típico de brasileiro que sou), fica a pergunta. Vamos mudar nossas atitudes?

Geral & Informática & Opinião & blog Rafael on 23 Aug 2008

Como criar uma máquina virtual a partir de uma máquina de verdade

Advinha, não vou falar mal da INFO desta vez. Sei que em 3 posts citando a revista, este será o quarto, o resultado está 1 contra x 2 a favor, mas quem me conhece sabe que vira e mexe eu me irrito com determinadas posições da revista. Mas vamos deixar a reclamação de lado e vamos ao post propriamente dito.

Eu odeio a seção dicionário da revista INFO ;) sei lá, aquilo sempre foi inútil pra mim, sempre aqueles termos bobocas, de coisas bobocas, pra ser mais exato, um gancho pra vender o produto Dicionário Info um produto que, nunca vi então não posso atestar que ele seja útil. Então na edição de janeiro (ou seria fevereiro) me deparo com um assunto que me interssa: O Abc da virtualização, na seção dicionários da Info. Fui lendo, e fiquei indignado por terem traduzido host e guest de uma maneira não aplicável a situação (talvez fosse algum problema no tradutor). Quando chego no fim da página encontro um termo realmente desconhecido por mim: P2V que vem de Physical to Virtual, sistema que na teoria converte uma máquina Física (HD, Memória, Processador e Sistema Operacional) para uma imagem virtual (leia-se VMWare). Isso caiu como uma luva, pois já tinha revirado o Google atrás disso e não tinha achado (provavelmente por ter procurado mal). Então como vinha falando, isso caiu como uma luva, pois tenho um servidor aqui que andava pedindo arrego, com problemas de disco, do tipo que você não sabe se ele vai se recuperar do próximo reboot. Bastou rodar o VMware converter e a máquina virou uma imagem, que rodou sem problemas no VMWare server (Linux baby). Por via das dúvidas, testei a imagem também no VMWare Player, que é uma versão mais modesta, mas também gratuita.

Opinião Rafael on 22 Apr 2008

As beldades do mundo Geek

Conheça agora Veronica Belmont e Sarah Lacy, duas profissionais da tecnologia que trabalham num mundo que gostamos de chamar de Web2.0.

Olhando as fichas, quem é a mais interessante.

Veronica Belmont: é jornalista, apresentadora trabalhava no Site de pesquisa social Mahalo, apresentando o Videocast Mahalo Daily. Porém como tudo na vida é passageiro, ela está saindo do projeto, e agora é co-apresentadora do Tekzilla (outro videocast) com Patrick Norton, na Revision3.

Sarah Lacy: é jornalista, passou os últimos dez anos cobrindo startups no Vale do Silício, e agora está lançando um livro sobre isso. O nome é Once You’re lucky twice you’re a good sobre a web 2.0

Olhando pelas fotos agora, quem é mais interessante?

Veronica Belmont:

Jogando Rockband

Sarah Lacy:

Que é melhor? Opine nos comentários.

Geral & Informática & Opinião & dicas & gadgets Rafael on 25 Mar 2008

Pra que Palm?

Palm PilotSempre quis ter um Palm, ou um handheld com características semelhantes, porém os preços exorbitantes sempre me mantiveram afastado da plataforma, mas não somente dela, também evitei machucar meu bolso com Windows CE, Pocket PC’s e outras novidades Geek que minha família sequer sonharia em poder me dar. Por isso desde 1997 mantenho um contato próximo com o que convencionou-se chamar Agenda Eletrônica.

Que se danem os smartphones, pda’s, windows mobile e o cacete. O negócio é manter a filosofia KISS “Keep It Simple Stupid”. Qual a real necessidade de ter um “smartphone” como um MotoQ da Motorola, se você não vai saber 1/3 das funções dele. Palm’s também são uma porcaria, com toda aquela expansibilidade e possiblidade de novos aplicativos, e até acesso a Internet. Com uma agenda eletrônica você tem as funções de qualquer organizador pessoal, com um custo infinitamente menor.

Sei que eventualmente serei chamado de mané, mas ainda sim fica a dica.

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