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Category ArchiveInformática



Geral & Informática & Linux Rafael on 30 Nov 2008

Conectiva Linux no TickTack podcast

Consegui resistir a tentação de postar sobre o TickTack podcast durante algum tempo, ouvi todos os episódios, fiz um comparativo sobre os rendimentos do Augusto contra os meus em um post com direito a gráfico e tudo mais. Agora não me aguentei mais. O pessoal do TickTack se superou mais uma vez e trouxe uma mega entrevista com o pessoal da Conectiva, pra mim sinônimo de Linux no Brasil sempre.

Vou aproveitar o momento Linux do Post e plugar aqui a história de como eu me iniciei no Linux, que está no meu diarinho, o Sacarrolha Weblog. O post tem título semi-pornográfico: Minha Primeira Vez.

Na entrevista sobre a conectiva, dividida em duas partes(parte um, parte dois), achei interessante o Rodrigo Stulzer ter passado de entrevistador para entrevistado, além de ter trazido o Aurélio um cara que eu sou fã há muito tempo, além deles estiveram presentes Elvis Pfützenreuter e Arnaldo Carvalho de Melo.  Os quatro entrevistados dividiram-se entre fundadores e funcionários. Pra descobrir quem é quem vou deixar você ouvir o podcast. Outras coisas interessantes foram descobrir como a Conectiva mudou depois de receber capital e outras partes divertidas.

Vale a pena ouvir cada minuto dessa capítulo importante da história da informática no Brasil.

Geral & Informática & Opinião & blog Rafael on 23 Aug 2008

Como criar uma máquina virtual a partir de uma máquina de verdade

Advinha, não vou falar mal da INFO desta vez. Sei que em 3 posts citando a revista, este será o quarto, o resultado está 1 contra x 2 a favor, mas quem me conhece sabe que vira e mexe eu me irrito com determinadas posições da revista. Mas vamos deixar a reclamação de lado e vamos ao post propriamente dito.

Eu odeio a seção dicionário da revista INFO ;) sei lá, aquilo sempre foi inútil pra mim, sempre aqueles termos bobocas, de coisas bobocas, pra ser mais exato, um gancho pra vender o produto Dicionário Info um produto que, nunca vi então não posso atestar que ele seja útil. Então na edição de janeiro (ou seria fevereiro) me deparo com um assunto que me interssa: O Abc da virtualização, na seção dicionários da Info. Fui lendo, e fiquei indignado por terem traduzido host e guest de uma maneira não aplicável a situação (talvez fosse algum problema no tradutor). Quando chego no fim da página encontro um termo realmente desconhecido por mim: P2V que vem de Physical to Virtual, sistema que na teoria converte uma máquina Física (HD, Memória, Processador e Sistema Operacional) para uma imagem virtual (leia-se VMWare). Isso caiu como uma luva, pois já tinha revirado o Google atrás disso e não tinha achado (provavelmente por ter procurado mal). Então como vinha falando, isso caiu como uma luva, pois tenho um servidor aqui que andava pedindo arrego, com problemas de disco, do tipo que você não sabe se ele vai se recuperar do próximo reboot. Bastou rodar o VMware converter e a máquina virou uma imagem, que rodou sem problemas no VMWare server (Linux baby). Por via das dúvidas, testei a imagem também no VMWare Player, que é uma versão mais modesta, mas também gratuita.

Geral & Informática & Opinião & dicas & gadgets Rafael on 25 Mar 2008

Pra que Palm?

Palm PilotSempre quis ter um Palm, ou um handheld com características semelhantes, porém os preços exorbitantes sempre me mantiveram afastado da plataforma, mas não somente dela, também evitei machucar meu bolso com Windows CE, Pocket PC’s e outras novidades Geek que minha família sequer sonharia em poder me dar. Por isso desde 1997 mantenho um contato próximo com o que convencionou-se chamar Agenda Eletrônica.

Que se danem os smartphones, pda’s, windows mobile e o cacete. O negócio é manter a filosofia KISS “Keep It Simple Stupid”. Qual a real necessidade de ter um “smartphone” como um MotoQ da Motorola, se você não vai saber 1/3 das funções dele. Palm’s também são uma porcaria, com toda aquela expansibilidade e possiblidade de novos aplicativos, e até acesso a Internet. Com uma agenda eletrônica você tem as funções de qualquer organizador pessoal, com um custo infinitamente menor.

Sei que eventualmente serei chamado de mané, mas ainda sim fica a dica.

Geral & Informática & segurança Rafael on 09 Feb 2007

Virei milionário

É com grande pesar que recebi um e-mail, informando que meu parente, Não sei o que.Mena sofreu um infarto após saber que o último acidente aéreo ocorrido na região de Bahrein matou seus parentes mais próximos. Além da triste notícia, o “Advogado” autor do e-mail escreve que eu estou sendo gentilmente convidado a partilhar a fortuna, estimada em 12.5 Milhões de Dólares.

Lock

Após o ataque de risos, não consegui ficar chateado com o Google, que através do seu serviço Gmail, deixou passar este Phishing scam descarado. O que me assusta, é que a conta em que recebi este e-mail não usa meu sobrenome como parte do endereço. Logo pode-se entender que é um scam um pouco mais elaborado. Totalmente direcionado ao “parente” do falecido. Não tive coragem de escrever uma resposta, já que o figura ia ficar perturbando minha paciência, mas fica a análise:

Na revista Info de Janeiro/2007, página 24 seção BUGS S.A o Jornalista Carlos Machado escreve em nota chamada Phishing 2.0 que os “pescadores” de informações de 2007 passariam a usar truques ainda mais sujos com o objetivo de prejudicar outras pessoas. Foi incluído na nota um screenshot da Comunidade do Orkut:Eu assino a Revista Info“, pra bom entendedor meia-palavra basta: Os Phishers passariam a trabalhar o cara. Se você assistiu ao filme “Os Vigaristas” ou “Matchstick Men” sabe bem o que eu quero dizer com trabalhar. Agora os trapaceiros estão se esforçando para não ter erro em seus ataques, ao invés de mandar um Spam para milhares de pessoas,vão acabar tentando um a um, imitando velhos golpes, alguns conhecidíssimos de uma população que insiste em cair neles. Será que os usuários de computador estão preparados para esta nova onda de ataques?

Se eles não estão preparados nem para os golpes do tipo “Bilhete premiado

[BL] segurança, cadeados, golpes, bilhetes, ipod, câmera, impressora, mega-sena, loteria[/BL]

Geral & Informática & Opinião Rafael on 27 Jan 2007

Falta de organização do poder público

Coisas simples poderiam ser feitas para tornar o serviço
executado por repartições públicas mais simples e direto. Um
simples compartilhamento de banco de dados, entre duas
das maiores instituições brasileiras
poderia poupar
horas de uma pessoa pré-aposentada, ou seja que está dando entrada
na sua aposentadoria. Explico-lhes o porque neste singelo artigo,
então relaxe e continue lendo… Você está com seus 65 anos de
idade e atingiu a idade mínima para se aposentar. Por acaso você
sabe quais são os procedimentos necessários para dar entrada em uma
aposentadoria. Eu também não sabia, fui descobrir em 1999 quando
minha mãe entrou com seu pedido de aposentadoria. É necessário
dirigir-se ao posto do INSS (agora previdência social) mais próximo
com um quilo (1Kg) de documentos, entre eles:

  • Número de Identificação do
    Trabalhador – NIT (PIS/PASEP);
  • Documento de identificação
    (Carteira de Identidade e/ou Carteira de Trabalho e Previdência
    Social);
  • Cadastro de Pessoa Física -
    CPF;
  • Certidão de Nascimento ou
    Casamento;
  • Certificado do Sindicato de
    Trabalhadores Avulsos ou do Órgão Gestor de
    Mão-de-Obra.
  • Carteira de Trabalho e
    Previdência Social ou outro documento que comprove o exercício de
    atividade e/ou tempo de contribuição para períodos anteriores a
    julho de 1994;

Bom, fora os formulários. O que me fez escrever este (já) extenso
artigo foi um fato que me deixou muito irritado, saber que ao ser
dada entrada na aposentadoria, o funcionário precisa digitar todos
os dados das carteiras de trabalho do pré-aposentado o que,
convenhamos, é uma droga leva horas e não é nada divertdido. O
engraçado, é que se você levar seu NIT (ou PIS ou PASEP) a uma
agência da Caixa Econômica qualquer, e dirigir-se ao setor de Fundo
de Garantia (FGTS) você poderá, com um número, consultar os dados
de todas as empresas que você trabalhou. Puxa vida, isso sim é um
desperdídio, qualquer programador meia-boca (eu incluso) sabe que
seria uma coisa simples fazer essa consulta bastando, é claro, que
os devidos acessos aos bancos de dados fossem garantidos. Isso
tornaria um processo que leva meses para ser concluído ser
realizado em poucos dias, ou até horas. A pergunta que fica é: Em
qual parte da burocracia brasileira este tipo de conexão foi
perdida? Deixe sua opinião nos comentários…

[BL]INSS, Banco de dados, mysql, hospedagem, burocracia, constituição, GPS [/BL]

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